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Erros que apanham sempre as empresas portuguesas – Parte I

 

Ninguém escapa: no universo das compras online há sempre melhorias a fazer. Os sites e redes sociais das principais marcas portuguesas não são excepção. Na hora de chegar aos clientes, são três erros os principais erros que podem estar a prejudicar as empresas. Vamos procurar soluções?

 

  • NÃO TER ESTRATÉGIA MULTIPLATAFORMA PARA VENDAS

 

Certo, ter uma loja online abre portas a novos mercados e potenciais clientes, mas não chega. Hoje em dia, as redes sociais desempenham um papel essencial para as marcas que apostam no digital. Acontece que muitas empresas em Portugal ainda não conseguem dar resposta a esta tendência.

 

Cada ponto de contacto com o cliente – desde a loja física ao perfil de Instagram – deve oferecer um caminho de compra claro. É imperativo que, assim que o cliente veja um produto, sejam evidentes (e simples) os passos que deve completar para o adquirir. Do telefone às mensagens privadas no Facebook, cabe às empresas oferecer alternativas a quem está interessado em comprar.

 

Ainda são muitas as empresas que não têm uma estratégia de venda para cada canal. No que diz respeito aos negócios online, o crescimento e a captação de novos clientes passa, sem dúvida, pelo investimento em Ads. Em Portugal, ainda são muitos os empresários que tendem a rejeitar este tipo de investimento. Contudo, não há como escapar. O algoritmo só por si não faz o trabalho todo.

 

A viagem do cliente

 

Aqui não há como escapar ao conceito de “Costumer Journey”, que implica desenhar um mapa que antecipe todos os passos do cliente, desde o ponto de contacto com a marca, às interações como a mesma, até ao momento da venda. Regra geral, o cliente passar por diferentes etapas: pesquisa, educação, seleção e compra. Em todas tem de ser evidente o cuidado da marca.

 

Se avaliarem o comportamento dos consumidores em cada etapa, as marcas vão conseguir personalizar a sua abordagem. Aumentando, deste modo, a satisfação de todos os envolvidos.

 

Por exemplo: se uma pessoa telefona para a loja e demonstra vontade de comprar um produto específico – gesto muito frequente no mercado da cosmética B2b – não faz sentido encaminhá-la para o site e esperar que compre por lá. Se for possível fechar o negócio antes de terminar a chamada é mais um cliente que se ganha. 

O mesmo se aplica aos contactos através da página online a às mensagens privadas nas redes sociais, como o Facebook ou o Instagram. Convém também nunca descuidar as lojas físicas ou showrooms, cuja divulgação deve sempre estar contabilizada na estratégia de marketing digital.

 

 

  1. NÃO FAZER FOLLOW-UP COM E-MAILS QUE ACRESCENTEM VALOR

 

A partir do momento em que uma nova pessoa entra na base de dados da nossa empresa, devemos assumir que vai ser necessária manutenção. Caso contrário, a relação cliente-marca corre o risco de abrandar, o que seria um desperdício depois de termos ganho a confiança.

 

A regra de ouro é saber distinguir um e-mail invasivo, o típico spam, de um e-mail ponderado e que acrescenta valor ao dia-a-dia do cliente. As caixas de correio eletrónico são, muitas vezes, depósitos de centenas de mensagens, impossíveis de ler na totalidade para a maioria dos clientes.

 

O que é que as empresas podem fazer para se distinguirem? Oferecer conteúdos que vão de encontro aos interesses do cliente. Por exemplo: uma loja de animais pode enviar regularmente artigos sobre comportamento, saúde e truques que os donos podem experimentar. Uma perfumaria pode partilhar conteúdos sobre os últimos avanços no mundo da cosmética.

 

Olá, pixeis

 

A implementação de píxeis nos websites permite cruzar os interesses do cliente com os produtos que a loja oferecer. Assim, é possível criar funis de modo a potenciar o marketing de e-mail e redes sociais. Um cliente que passe tempo na página de uma loja de animais a ver produtos para evitar as bolas de pelo de gatos, à partida está a passar por esse problema.

 

Ora com um funil, é possível chegar a estas pessoas mesmo que não efetue a compra naquele momento. Como? Recorrendo ao píxel para apresentar ao cliente um artigo segmentado com dicar para combater as bolas de pelo e soluções/produtos disponíveis na loja. Com este nível de personalização, garantimos que o cliente recebe sempre conteúdos que lhe interessa sobre gatos e assim aumentados a confiança na marca.

 

Esta estratégia funciona na perfeição quando utilizadas em diferentes plataformas em simultâneo, uma vez que reforçam não só a relevância da marcar como a sua omnipresença. Os resultados traduzem-se em vendas.  

 

 

  1. NÃO ENVIAR NOTIFICAÇÕES QUE LEVEM O CLIENTE DE VOLTA AO SITE

 

Uma notificação push é mais do que um lembrete enviado ao cliente. Quando bem utilizadas, estas notificações geram tráfego de volta para o site, seja para mostrar novos produtos, para oferecer um código ou apenas para recordar de uma peça esquecida no carrinho.

 

Mais importante: o algoritmo do Google está atento ao número de vezes que cada utilizador entre de novo numa página. É uma das formas de perceber a relevância e ajustar o seu posicionamento no ranking, de acordo com o desempenho. 

 

Assim, se com notificações push conseguirmos mais entradas no site, estamos a melhorar as probabilidades de uma melhor qualificação nos motores de buscas. Afinal, é evidente que o Google não vai destacar páginas se os números indicarem que não são relevantes para os utilizadores. 

 

A importância de um push

Numa altura em que ferramentas de engajamento de clientes, como o SMS Marketing ou E-Marketing intensivo, começam a ser consideradas demasiado invasivas, as notificações push são uma ótima aposta para as marcas portuguesas.

Ao contrário de outros métodos, estas notificações, fáceis de desvincular quando não se está interessado, são extremamente propícias ao clique e intuitivas até para clientes como menos sagacidade digital.

Entre aumento do tráfego na página e do engagement, reforço na relação com o cliente e melhorias na visibilidade da marca, o potencial das notificações push é muito e merece ser exploradas pelas marcas nacionais.  

Como em quase tudo no marketing, vai ser difícil acertar à primeira. O segredo está, claro, em fazer vários testes até perceber o que funciona melhor. Para isto, a criação de hipóteses é a melhor estratégia. Há que experimentar com texto e horas de envio diferentes, depois é analisar as taxas de conversão até encontrar a fórmula ideal. Lembrem-se, o trabalho nunca está terminado!

 

Que outros entraves encontram na hora de fazer compras online em Portugal? Na Besocial queremos saber tudo e – quem sabe – mudar mentalidades no mercado. 

 

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